O foco do momento

Dicas básicas para fotógrafos iniciantesDicas básicas para fotógrafos iniciantes Às vezes recebo alguns emails com dúvidas parecidas. E até mesmo pelo Twitter recebo mensagens de pessoas procurando algumas dicas básicas para quem está apenas começando...

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Faça você mesmo: estabilizador de imagem Todo mundo sabe que nós "trememos" naturalmente. Por isso fica difícil fazer um bom registro de certas cenas, principalmente se houver pouca iluminação disponível. E...

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Câmera de 1.400 megapixels ajuda a investigar o universoCâmera de 1.400 megapixels ajuda a investigar o universo Cientistas britânicos estão usando a câmera fotográfica mais poderosa do mundo na tentativa de descobrir segredos do universo. A Pan-STARRS, conhecida como PS1, permitirá...

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Já pensou em carregar sua câmera com luz solar?Já pensou em carregar sua câmera com luz solar? Sim, é possível! Todos sabem que um verdadeiro amante da fotografia não abre mão de uma boa alça para proteger seu equipamento dos possíveis acidentes, não é mesmo?...

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Afinal, o que é o Número Guia do flash?Afinal, o que é o Número Guia do flash? Acredito que muitos de vocês ficaram se perguntando o que seria, ao fundo, esse tal de Número Guia depois de ter lido o post anterior. Pois bem, aqui estou novamente falando...

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Otto Stupakoff – o primeiro fotógrafo de moda do Brasil

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Artigos, História/Filosofia, Notícias | No dia 20-01-2010

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Há duas razões para eu ter feito mais um post sobre fotografia de moda. A primeira é que está rolando uma das semanas de moda mais badalas do país (SPFW) e a segunda é que começou uma exposição que apresenta 70 fotografias clicadas pelo primeiro fotógrafo de moda do Brasil. O trabalho de Otto Stupakoff foi escolhido para inaugurar o Centro de Arte Contemporânea e Fotografia, que fica na Av. Afonso Pena, 737 – Centro, até o dia 21 de março de 2010.

otto-stupakoff02_fosgrafe.com

Otto sofria de alzheimer e faleceu na madrugada de 22 de abril de 2009. Ele pôde conferir esta exposição de homenagem ao seu trabalho, nos seus dois último meses de vida, enquanto estava no Rio de Janeiro. Começou sua carreira como fotógrafo ainda jovem quando, aos 22 anos, abriu um estúdio em São Paulo em 1957, logo depois de voltar de uma viagem de estudos em Los Angeles, no Art Center College of Design. Sua tragetória profissional começou direto na fotografia de moda e publicidade, mas também realizou trabalhos importantes no fotojornalismo.

Em uma entrevista dada ao jornal A Gazeta, Otto contou detalhadamente como realizou a primeira fotografia de moda no país, em 1958, com a ajuda do estilista Dener Pamplona, de um amigo no Rio de Janeiro e de sua então namorada, a atriz Duda Cavalcanti, primeira garota de Ipanema:

Mensagem – por Fernando Pessoa

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Artigos | No dia 05-01-2010

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Passeando pelo site Domínio Público encontrei um texto que gostei muito. Trata-se de uma reflexão que Fernando Pessoa fez a respeito do processo de interpretação que as pessoas sofrem ao observar um símbolo. O texto é uma introdução de uma série de poesias que ele escreveu sobre Portugal.

O que me chamou atenção foi a simplicidade com que ele explica uma parte de uma teoria sígnica (não estou falando de astrologia!) que é ensinada, às vezes, de maneira tão complexa. Decidi compartilhar com vocês porque acho importante todo fotógrafo ter um pensamento crítico sobre a imagem. A fotografia também é um símbolo, uma coleção de signos, que é capaz de proporcionar infinitas interpretações dentro das tantas cabeças pensantes a observá-la. Leia, entenda o que eu quero dizer e aproveite para refletir…

O entendimento dos símbolos e dos rituais (simbólicos) exige do intérprete que possua cinco qualidades ou condições, sem as quais os símbolos serão para ele mortos, e ele um morto para eles.

A primeira é a simpatia; não direi a primeira em tempo, mas a primeira conforme vou citando, e cito por graus de simplicidade. Tem o intérprete que sentir simpatia pelo símbolo que se propõe interpretar.

Os mais lidos de 2009

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Artigos | No dia 21-12-2009

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É pessoal, 2009 está com os dias contados. Chegou a loucura do fim de ano (por esta razão também que as atualizações aqui estão menos frequentes) e junto com ela aparecem os sonhos, as esperanças de uma vida melhor no ano que se aproxima e começamos a relembrar muitas coisas legais que nos aconteceram, e os problemas que enfrentamos com muita garra. É por isso que resolvi relembrar com vocês também.

por carloos

por carloos

Muitos leitores são novos por aqui, mas o Fós Grafê já tem uma boa história de vida (mais de dois anos!). Em 2009 ele cresceu bastante e passou por muitas mudanças, agora está mais maduro e pronto pra crescer ainda mais. Então, hoje fiz uma listinha com os 10 posts mais lidos de 2009. Quem já viu aproveite para relembrar, quem ainda não conhecia o Fós Grafê, aproveite para conhecer mais um pouquinho! Espero que gostem! :)

1. A mágica do espelho na fotografia

2. A fotografia que virou música

3. Homenagem à fotografia – 15 câmeras antigas

4. A realidade fotográfica

5. Panoramas imersivos

6. Revista Fotógraphos (download)

7. Segredos de iluminação

8. 21 sinais que provam que você é um verdadeiro fotógrafo

9. O pequeno (e não muito sério) dicionário de termos fotográficos

10. Essenciais: frases fotográficas

Tipos de iluminação

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Artigos, Estilos e Técnicas | No dia 03-12-2009

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Como todos já sabem, a fotografia é um registro de luzes, reflexos e sombras. Existem muitas maneiras diferentes de a iluminação se apresentar, ou você mesmo pode definir como ela irá se apresentar. A luz está diretamente baseada na posição da câmera com relação ao assunto da foto. Algumas pessoas nem fazem ideia disso e outras conhecem todas as possibilidades, mas não sabem dar o nome aos bois. Por esta razão que hoje vou explicar, de maneira simples, os diversos “tipos” de luz que existem ou que podemos “criar” em estúdio.

Luz frontal
Aqui a fonte de luz fica atrás da objetiva, gerando sombras reduzidas. Isso gera uma imagem “chapada” (a sensação de tridimensionalidade fica em segundo plano), mas registra muito bem as cores presentes na cena.

Contraluz
A luz fica atrás do assunto. A exposição pode ser regulada a fim de realçar detalhes, ou para transformar algo em silhueta, deixando o fundo em destaque. É uma ótima técnica para fotografar objetos transparentes (vidro, acrílico, plástico etc.), porque ressalta as extremidades e realça as formas.

por slimmer_jimmer

por slimmer_jimmer

Um mundo por clique

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Artigos | No dia 29-11-2009

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Um texto muito bom, publicado na revista Continuum, do Itaú Cultural. Nele, André Seiti discute a realidade e demonstra como ela é trabalhada em diferentes temáticas da fotografia. Texto muito bom!

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A fotografia como reprodução, representação e invenção da realidade

Em uma das principais cenas da ficção científica Blade Runner (Ridley Scott, 1982), a personagem Rachael mostra ao caçador de androides Deckard uma foto de sua infância. A imagem provaria a existência desse período de sua vida - não fosse um pequeno detalhe: Rachael nunca fora uma criança. Ela era um androide de última geração e toda sua memória havia sido artificialmente fabricada. A fotografia nada mais era do que uma ferramenta forjada para legitimar uma realidade que nunca existiu.

Ao longo de sua história e seguindo inúmeras vertentes, a fotografia serviu para validar - e também questionar - diversas realidades, sejam elas inventadas ou não. Exemplos não faltam. Para mostrar que, em alguns momentos do galope, o cavalo retira as quatro patas do chão, o fotógrafo inglês Eadweard Muybridge registrou, em 1878, o instante exato em que o animal ficava suspenso no ar. Foi também no século XIX, algumas décadas antes do experimento de Muybridge, que o francês Hippolyte Bayard, numa espécie de fotomanifesto, publicou um autorretrato no qual simulava a própria morte - a nota que acompanhava a foto, inclusive, tinha o teor de um bilhete suicida.