O foco do momento

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Afinal, o que é o Número Guia do flash?Afinal, o que é o Número Guia do flash? Acredito que muitos de vocês ficaram se perguntando o que seria, ao fundo, esse tal de Número Guia depois de ter lido o post anterior. Pois bem, aqui estou novamente falando...

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Antes do click: os beijos mais fotogênicos da história

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Fotos, História/Filosofia | No dia 13-04-2010

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Dia 13 de abril é o Dia Internacional do Beijo. Por isso resolvi comemorar no Fós Grafê com as duas fotografias mais conhecidas de cenas de beijo. Com certeza você já viu essas fotos, mas talvez não saiba quem fotografou e nem como fotografou. A primeira cena foi registrada pelo fotógrafo Alfred Eisenstaedt e batizada de O Beijo, e a segunda foi capturada por Robert Doisneau, ficando conhecida como The Kiss by the Hôtel de Ville.

Inspire-se com estas belas imagens, conheça um pouco da história delas e saia para comemorar esta data tão linda. Beijinhos pra todo mundo! ;*

A fotografia mais conhecida como O Beijo demonstra uma cena da Times Square no dia 14 de agosto de 1945. Alfred Eisenstaedt saiu para fotografar os americanos que foram às ruas para comemorar o fim da Segunda Guerra Mundial. Alfred encontrou um marinheiro que estava pra lá de animado e decidiu ir atrás dele, como o próprio fotógrafo conta: “No Dia da Vitória, vi um marinheiro que vinha agarrando todas as moças que encontrava. Saí correndo junto a ele com minha Leica, olhando para trás por cima do meu ombro. Então, de repente, vi alguma coisa branca sendo agarrada. Girei em torno e cliquei o momento em que o marinheiro beijava a enfermeira”.

Antes do click: Stanley Forman

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Fotos, História/Filosofia | No dia 17-03-2010

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Mais uma imagem que chocou o mundo e definida como sensacionalista. Stanley Forman fotografou, em 1975, a jovem Diana Bryant, de 19 anos, e sua afilhada de dois anos, Tiare Jones, no exato momento em que elas caíram de uma escada de incêndio enquanto um apartamento de Boston pegava fogo. A imagem foi acusada por ter invadido a privacidade de Diana, que morreu com a queda.

Mas apesar de todas as acusações, essa fotografia fez com que as autoridades de Boston reescrevessem as leis relacionadas à segurança de saídas de emergência. A imagem foi usada como símbolo para ativistas pela segurança contra incêndios pedissem reforços similares em outros Estados americanos. Leia a história com detalhes…

“Foi no dia 22 de julho de 1975. Estava quase na hora de eu deixar o escritório do Boston Herald depois do expediente. Recebemos uma ligação sobre um incêndio em uma das áreas mais antigas da cidade com prédios de estilo Vitoriano. Eu fui até o local e corri até a parte de trás do prédio, porque os bombeiros estavam gritando que precisavam de um caminhão com escada para resgatar as pessoas que estavam presas na escada de incêndio do edifício. Quando olhei para cima, havia uma mulher e uma criança na escada de emergência, e elas estavam se debruçando para tentar escapar do calor do fogo que estava atrás delas.

Antes do click: David Turnley

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: História/Filosofia | No dia 08-03-2010

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Nesta semana iremos destacar uma fotografia capturada durante a Guerra do Golfo, em 1991, pelo fotógrafo David Turnley. A imagem é tocante, mostra a tristeza que um jovem sargento sentiu quando ficou sabendo que o corpo enrolado no saco ao lado era do seu amigo, que foi morto por engano pelas próprias forças armadas dos Estados Unidos. A fotografia tornou-se símbolo de um conflito marcado pelo controle rigoroso imposto pelo Pentágono, ao trabalho dos jornalistas. Confira a história:

“Eu estava trabalhando para o jornal Detroit Free Press e para a revista US News and World Report. Eu havia originalmente sido enviado para cobrir a divisão 82 Airbourne e era um dos fotógrafos autorizados a retratar os combates. Nós éramos acompanhados por um relações públicas cuja função era garantir que obedeceríamos às restrições impostas pelo Pentágono à nossa cobertura. Nós não tínhamos autorização para tirar fotos de vítimas da guerra, muito menos de mortos no conflito.

Antes do click: Erik Refner

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Fotos, História/Filosofia | No dia 01-03-2010

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A foto de hoje não é tão conhecida quanto as outras que já coloquei por aqui, mas também carrega uma história comovente. Em 2001, Erik Refner fotografou um refugiado afegão de um ano de idade sendo preparado para o enterro.

A imagem foi tão tocante que o presidente do júri da World Press Photo, Roger Hutchings, dedicou algumas palavras para destacar o valor da fotografia: “A imagem que ele fez tocou a todos nós. Ela é simples, icônica e simbólica. Ela aponta para um assunto que precisa ser tratado e ainda nos repreende por ter sido ignorado, o Afeganistão desde o fim da Guerra Fria. Ela também nos faz lembrar o que é realmente um fotógrafo”. Convido você a conhecer mais essa história e descobrir mais um pouco sobre a “aventura de ser fotógrafo”.

“Em 2001, eu estava trabalhando como um estagiário no jornal Berlingske Tidende, da Dinamarca. Naquela época, falava-se pouco sobre os refugiados afegãos, apesar de esse ser um dos maiores problemas de refugiados do mundo. Resolvi oferecer ao meu editor, então, uma

Antes do click: Frank Fournier

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em: Fotos, História/Filosofia | No dia 23-02-2010

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Em 1985 uma menina de 13 anos, chamada Omayra Sanchez, ficou presa em entulhos resultantes de um deslizamento causado pela erupção de um vulcão na Colômbia. O esforço para salvá-la foi intenso, funcionário da Cruz vermelha fizeram inúmeros apelos ao governo para conseguirem uma bomba a fim de baixar o nível da água e libertar a menina, mas foram ignorados e acabaram desistindo, passando o resto do tempo com ela, confortando-a e rezando. Ela morreu cerca de 60 horas depois de ficar presa.

A fotografia de hoje teve um grande impacto quado foi publicada, primeiro porque as pessoas do mundo inteiro já conheciam a agonia da pequena através da TV, e porque gerou debates sobre o poder que a tecnologia teve de permitir ao mundo que acompanhasse, de maneira tão íntima, as últimas horas de vida de Omayra sem poder fazer nada para salvá-la. O fotógrafo Frank Fournier conta como foi registar um momento tão delicado e comovente…

Omayra Sanchez, por Frank Fournier

“Eu cheguei a Bogotá de Nova York uns dois dias depois da erupção do vulcão. A área para onde eu precisava ir era muito remota. (Chegar até lá) envolvia uma viagem de carro de cinco horas e depois mais duas horas e meia de caminhada. O país também estava