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Fotografia erótica

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em Fotos, Portfólio | No dia 02-08-2009

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Uma discussão antiga no mundo fotográfico gira em torno das imagens eróticas. Muita gente insiste em discutir e tentar definir se este estilo é arte ou não. De qualquer maneira, o corpo humano é belo. Há muitos desenhistas que dedicam-se a captar cada peculiaridade dos corpos e, por conversar com muitos profissionais, vejo que esta tarefa não é nada fácil.

Mas a fotografia é um suporte maravilhoso que nos permite captar detalhes encantadores. Basta ter um pouco de luz e criatividade para fazer lindas imagens. Recentemente conheci o trabalho do fotógrafo Martin Kovalik, que faz desde imagens suaves até coisas que podem ser chocantes, dependendo do observador.

Martin escolheu o corpo feminino para trabalhar e faz fotos lindas. Quem tiver interesse neste estilo recomendo uma visitinha à galeria do fotógrafo! Basta clicar nas fotos.

Chegue mais perto!

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em Dicas | No dia 29-07-2009

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A maioria das fotografias ficariam muito melhores se você desse dois ou três passos mais perto do seu assunto. Preencher todo o espaço com o assunto fará uma enorme diferença nas suas fotos (a não ser que você queira fazer enquadramentos diferentes).

Se preferir, ao invés de aproximar-se você pode usar o zoom ótico – não recomendo o uso de zoom digital – da sua câmera para capturar uma imagem mais aproximada. Quando fotografam a família ou os  amigos, a maioria das pessoas costuma enquadrar o corpo inteiro no centro, ou então apenas a cabeça e os braços. Depois olham para o resultado final e o acham feio ou sem graça. Isso acontece porque, para uma fotografia ficar, digamos, bonita, a imagem precisa comunicar-se com o observador.


Quando optamos por este enquadramento “errado” a imagem fica com muita informação, nada chama atenção, por isso a foto fica “sem graça”. Agora se você tentar, por exemplo, enquadrar apenas o rosto do seu modelo o resultado final ficará muito mais interessante, principalmente se a pessoa estiver sorrindo, em um momento de reflexão ou demonstrando qualquer outro sentimento.

Layla Marques

Por quê isso funciona?
Porque quanto menor for a confusão (excesso de informação) dentro da imagem, menos os olhos terão que circular pela foto procurando o assunto principal. Também porque a face humana, principalmente de crianças, é algo que todos nós gostamos de ver, mesmo que inconscientemente.

Mas se você não pode aproximar-se do assunto tanto quanto gostaria, basta utilizar algum programa de edição de imagem para dar zoom, cortar tudo o que está em exagero e ver a diferença que faz.

E na hora de usar o visor da câmera quando for fotografar, lembre-se que o visor não está na mesma posição que as lentes da sua câmera (a não ser que ele seja digital). Assim o enquadramento da imagem capturada poderá ser diferente daquele que você ajustou. As telas de LCD resolvem esse problema e lhe mostram exatamente como as lentes estão “enxergando”, apesar de gastar muito bateria.

Resumindo: chegue mais perto sempre que possível e preste atenção nos detalhes antes de capturar a imagem!

Almost any shot will look better if you take two or three steps closer to your subject. Filling the frame entirely with your subject will make a terrific difference to your photos.

Alternatively, instead of moving closer, use the Optical or Digital Zoom of your camera to get a close up shot. (Preferably Optical zoom – I’ll tell you why tomorrow)

When taking shots of family and friends, most people place the subject’s full body in the frame, or place head and arms in the shot. Instead, fill the frame with your subject’s FACE only – particularly if they are smiling or are in a moment of reflection.

Why does this work? With less clutter in the image, there’s less to draw the eye away from the main subject of your photo. Also, human faces (particularly children’s faces) are something we all feel pleasure looking at.

If you can’t get close enough when you’re taking the shot, you can zoom in later using photo editing software – crop out everything except the subject’s face and see what a difference it makes.

When using the viewfinder for close shots, be careful of Parallax. Because the viewfinder is not at the same position as the camera’s lens, centering the subject in the viewfinder may mean it is not centered for the lens resulting in an off-center final picture. Most digital cameras now come with an inbuilt LCD screen. You can eliminate this problem by using the LCD – which shows you what the lens sees – rather than the viewfinder.

Megapixels versus DPI

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em Artigos | No dia 27-07-2009

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Muita gente tem dúvida quanto a verdadeira função dos megapixels e, na maioria dos casos, acaba confundindo megapixel com qualidade de imagem, mas não é bem assim que funciona. E também já conversei com pessoas que gostam de fotografia e buscam aprender mais sobre o assunto mas nem conhece a existência do tão necessário DPI. Foi por estas razões que resolvi fazer o post de hoje. Então vamos lá…

Photo studio por rougerouge, no Flickr

Photo studio por rougerouge, no Flickr

Megapixel, por definição, serve para designar um valor equivalente a um milhão de pixels, determinando o grau de resolução da imagem. Por exemplo, uma câmera com 1,3 Megapixels apresenta 1 milhão e 300 mil pixels na imagem final, o que corresponde a multiplicação da largura pela altura – ou seja, uma imagem de 1280 pixels de largura por 1024 pixels de altura terá 1.310.720 pixels no total. Se ficou difícil de compreender bastar ter na cabeça que megapixel não define a qualidade da imagem, ele simplesmente designa o tamanho da imagem final.

DPI é uma sigla inglesa que significa dots per inch, ou seja, pontos por polegada (PPP). Diferente do megapixel, o DPI é uma medida de densidade, que está relacionada à composição da imagem, expressando o número de pontos individuais existentes em uma polegada da superfície onde a imagem é apresentada. DPI, sim, é a resolução da imagem. Resumindo: quanto maior for o número de pontos por polegada, mais detalhada, bonita e bem definida será sua fotografia. Lembrando que as características do DPI só faz diferença na imagem impressa, não no monitor, mas é exatamente por esta razão que ele deve ser alterado na hora de imprimir suas fotos.

Os monitores de vídeo e telas digitais não exibem pontos por polegada, mas sim pixels por polegada (PPI), que chegam, no máximo, a 72. Na sua câmera digital também é diferente, sendo amostras por polegada, para imagens captadas por sensores óticos que também estão presentes em scanners.

Mas por que as lojas vendem tanto a ideia de Magapixel como qualidade de imagem?
Porque, querendo ou não, megapixels ajudam a obter uma fotografia com mais qualidade dependendo da ocasião. Isso porque a maioria das câmeras digitais capturam imagens com 72 dpi, que ficam perfeitas no monitor, mas perdem qualidade na impressão. Se você tiver uma câmera com alta quantidade de megapixels (consequentemente uma imagem maior) é fácil “consertá-las” em programas de edição para imprimir sem perder a qualidade. Entretanto, a maioria dos vendedores faz isso por pura ignorância. De qualquer maneira é sempre melhor informar-se bem a respeito dos equipamentos para encontrar um que seja mais adequado às suas intenções e necessidades.

Quantos Megapixels eu preciso para ter fotos legais?
Depende. Se você pretende deixar suas fotos guardadas no computador ou porta-retratos digitais, qualquer quantidade está de bom tamanho, o resultado, geralmente, será sempre o mesmo (lembrando que estou falando de megapixels e não de qualidade de captura de imagem, ok?). Agora se você tem intenções de imprimir as fotos (com a tecnologia digital não é mais necessário fazer a revelação) é necessário prestar atenção em algumas coisinhas. Por exemplo, se você quiser fazer imagens no tamanho tradicional (10×15 cm) é recomendável que sua câmera tenha, no mínimo, 3 MP. Já se você pretende obter impressões maiores, 20×30 cm por exemplo, é necessário ter 9 MP, para imprimir imagens com a melhor qualidade (300 dpi).

Espero ter ajudado! :D Boas fotos!

Como recuperar fotografias apagadas

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em Dicas | No dia 26-07-2009

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A fotografia digital veio para facilitar a vida de todos, isto é fato. Mas, tenho certeza que você já passou pelo pânico de ter apagado alguma imagem sem querer, ou então perder um arquivo por qualquer outra razão, não é mesmo? Eu já passei por isso e, confesso, se não conhecesse esses segredinhos teria me jogado pela janela mais próxima! :P

Navidaaaaahhhggg por *** View On Black***, no Flickr

Navidaaaaahhhggg por alfonstr, no Flickr

Também existem os mais esquecidos que acabam formatando o cartão de memória sem ter passado as imagens para um local seguro. Felizmente, diferente do filme, quando alguma imagem se perde ou fica corrompida ainda há uma grande chance de ela ser recuperada. Isso é possível porque, quando apagamos uma imagem a máquina, na verdade, apaga o acesso aos arquivos, tornando-os invisíveis. Para a nossa alegria os arquivos permanecem armazenados até que você acrescente outros ou faça novas fotos, que serão gravadas “por cima” das antigas.

Tá difícil de entender? Então apenas lembre disso: apagou arquivos que não queria ou os perdeu por qualquer outra razão? NÃO FOTOGRAFE MAIS NADA até que você possa recuperá-los! Entendeu? E isso é muito fácil de fazer, basta escolher um dos programas que indico aqui (alguns são pagos e outros são gratuitos) e boa sorte!

C-Photo Recovery – fácil de utilizar e reconhece os formatos mais populares de imagem (jpg, gif, png, raw etc.). O problema é que ele é gratuito para teste, se quiser o programa completo é necessário comprá-lo.

Digital Photo Recovery – É um ótima opção, já que é um programa leve, simples de usar, não necessita de instalação (sendo apenas um arquivo executável) e é gratuito!

eIMAGE Recovery – Suporta todos os formatos de cartões de memória e os principais tipos de ficheiros de imagem, mas também é gratuito só para testes.

MediaRECOVER Digital Photo Recovery – Também gratuito apenas para testes. Recupera arquivos de imagem e vídeos.

Recuva – Recupera qualquer tipo de arquivo (imagem, multimídia, texto, executável etc.), além de ser muito simples de usar. Apesar de funcionar apenas em Windows XP/2000/2003, esse é o meu programa de recuperação preferido e, o melhor, é gratuito!

Espero que estas indicações possam lhe salvar algum dia, se tiver mais sugestões eu aceito! :D

Livros de fotografia no Google Books

Escrito por Eliane Terrataca | Postado em Dicas | No dia 23-07-2009

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Por questões de direitos autorais os livros não estão disponíveis por completo. Mas o que eu encontrei por lá (mais de 15 livros) já proporciona uma boa leitura e mata a sede de quem, assim como eu, gosta de ler sobre fotografia. Dentre os livros encontrei algumas das obras de Boris Kossoy, na minha opinião, um dos melhores autores do Brasil sobre o assunto. Recomendo que você veja cada um deles, depois é só escolher e boa leitura!

Os tempos da fotografia: o efêmero e o perpétuo – de Boris Kossoy

Fotografia & história – por Boris Kossoy

Realidades e ficções na trama fotográfica – por Boris Kossoy

Sobre fotografia -  por Susan Sontag

A fotografia moderna no Brasil – por Helouise Costa e Renato Rodrigues

Fotografia: usos e funções no século XIX – por Annateresa Fabris

Novo manual de fotografia: guia completo para todos os formatos – por John Hedgecoe

Fotógrafo o olhar, a técnica e o trabalho – por Senac

A Câmera – por Ansel Adams

Equipamento fotográfico teoria e prática – por Thales Trigo

Desvendando a Fotografia Digital – por Equipe Digerati

O fotográfico – por Etienne Samain

8 X Fotografia – por Vários autores

Proust e a fotografia – por Brassaï

Curso de fotografia na sua essência – por Jorge Peter e Veronica

A fotografia no Império – por Pedro Karp Vasquez

Sociologia da fotografia e da imagem – por José de Souza Martins

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