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fotografia

A importância do fundo

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por Eliane Terrataca, no Flickr

Tenho observado que muitas pessoas calculam a entrada de luz, arrumam o foco e escolhem qual a melhor velocidade para fotografar o assunto desejado, mas esquecem de um elemento de extrema importância de uma imagem: o fundo. É impossível obter uma ótima fotografia se ela não tiver um fundo que complemente o assunto. Na maioria dos casos, devemos optar por um fundo neutro, ou seja, ele não deve interferir e nem roubar a atenção do assunto principal. Até mesmo porque ele pode acabar modificando o significado da fotografia. Por isso é tão importante começar a prestar mais atenção em TUDO o que estiver enquadrado.

Também não podemos esquecer que nem sempre o fundo é agradável, um ambiente “pavoroso” compromete, e muito, o resultado final. Mas nada que um ângulo diferente não resolva. Por exemplo, se você quer fotografar alguém, mas tudo atrás da pessoa é desequilibrado, aproveite o céu azul ou nublado – que também dá ótimos resultados.

Outra sugestão é usar uma teleobjetiva (que também possui um ângulo de aceitação menor) com a maior abertura possível. O resultado é um fundo presente, mas totalmente desfocado, destacando o objeto principal da imagem.

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O pai do fotojornalismo brasileiro

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Hoje vou postar um texto que escrevi para o meu trabalho de conclusão da faculdade, sobre o fotógrafo que realizou um trabalho documental que o fez ser considerado o pai do fotojornalismo brasileiro… No fim você poderá ver algumas das fotos clicadas por ele. Boa leitura! 🙂

militaoMilitão Augusto de Azevedo nasceu na então capital imperial brasileira, em 1837, Rio de Janeiro, e por lá se sustentava como ator e iniciava sua atividade fotográfica. Mudou-se para São Paulo aos 25 anos de idade, onde viveria até falecer no ano de 1905. Foi seu trabalho como ator que o levou a São Paulo, quando a Companhia Dramática Nacional se estabeleceu na cidade para uma temporada; mas foi o cenário urbano que o fez permanecer e realizar seus trabalhos fotográficos, inspirado pelo cenário urbano e pelas diversas etnias que ali habitavam.

Enquanto outros fotógrafos preocupavam-se em produzir retratos, Militão preferiu tomar a paisagem urbana como principal objeto dos seus registros. Um dos seus trabalhos mais importantes como fotógrafo foi o registro das paisagens em 1862, que foram utilizadas posteriormente no Álbum Comparativo de Vistas da Cidade de São Paulo, um dos documentos mais importantes que existem sobre a cidade do século XIX, pois registra as localidades e suas mudanças urbanas entre os anos de 1862 e 1887.

Seu valor como fotógrafo vem do seu trabalho comprovadamente vasto e documental, são 12.500 retratos produzidas durante seus 25 anos de carreira. Sua visão para fotografar era diferente da de outros profissionais da época, os retratos de Militão “(…) denotam a visão crítica de um fotógrafo que vai além do simples ato repetitivo de operador da câmera, ao retratar os mais diferentes tipos humanos de uma sociedade em formação e constituem um documentário único da paisagem urbana de São Paulo da época” (KOSSY, 1978, p.12).

Com seus retratos Militão procurava fugir da construção simbólica e registrava seus personagens (os mais variados da sociedade – estudantes, padres, soldados, músicos, políticos, escravos etc.) em situações cotidianas.

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9 segredos de iluminação em fotografia

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A composição é importante, mas a luz é a principal preocupação na fotografia. Aqui você encontrará 9 segredos de iluminação para fotografar melhor. Confira!

Fotógrafos e Designers

Atualmente os fotógrafos precisam ter habilidades que extrapolam o simples ato de configurar câmeras e fazer cliques, isto é fato! Se antigamente era necessário saber escolher filmes, manusear negativos e aprendar técnicas de revelação e ampliação das imagens para conseguir obter as melhores fotos possíveis, hoje em dia, na era digital, fotógrafo algum terá sucesso se não conhecer o básico de tratamento de imagem.

Ás vezes os fotógrafos passam mais tempo em frente ao computador que atrás das lentes. Principalmente os que trabalham com casamento. São horas a fio editando e retocando imagens. Há estimativas de que um fotógrafo de casamento gasta duas horas de edição para cada hora fotografada, e são poucos os que repassam esse trabalho de finalização para outras pessoas.

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E o que aconteceria quando um outro profissional de imagem – um designer deixando de lado suas habilidades gráficas, por exemplo – pegasse uma câmera e saísse fotografando por aí? Será que ele teria alguma vantagem ou habilidade que os fotógrafos deveriam aprender?

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Designers são os que mais lucram com bancos de imagens

Nunca conheci pessoalmente algum designer que migrasse para o mundo da fotografia. Mas já ouvi falar de casos que deram super certo. Afinal eles também utilizam fotografias para montar projetos gráficos, conhecendo melhor a arte fotográfica é ótimo porque assim eles começam a criar peças exatamente como desejam.

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