O Natal está chegando a apenas uma foto foi comemorativa, espero que nos próximos dias as imagens natalinas fiquem mais frequentes, adoro o espírito de Natal. Mesmo assim as fotos estão lindas… Delicie-se!
O repórter-fotográfico do jornal A Tarde Lúcio Távora foi agredido por policiais militares enquanto cobria a manifestação de 50 estudantes que tentavam fazer a prova do Enem, na Faculdade Visconde Cayru, no último sábado (05/12), em Salvador. Após a discussão, o repórter foi levado a uma delegacia.
O PM Antonio Gomes pediu que o fotógrafo não registrasse nenhuma imagem da manifestação. “Mas eu estou trabalhando”, respondeu Távora. Após a insistência do repórter-fotográfico, quatro policiais se aproximaram de Távora, o empurraram e aprenderam sua câmera. Távora estava acompanhado do repórter Flávio Costa.
O fotógrafo também foi ameaçado pela PM. Segundo Távora, Gomes disse que poderia bater nele “para mostrar como é que se bate”. Outro PM, conhecido como soldado Lira, teria esfregado sua identificação no rosto do fotógrafo.
Quando a gente pensa que não há mais nada a ser feito eis que surge a ideia de uma nova tecnologia. Sim, é apenas uma ideia porque o equipamento não existe, mas a Canon acabou de patentear um projeto que pretende colocar a facilidade do touchscreen nas câmeras DSLR. Quem contou a novidade foi o Eric, do Photography Bay.
O documento de patente (com 13 páginas!) tem tantos detalhes que prevê até mesmo os problemas que o fotógrafo terá ao levar a máquina ao rosto, na hora de fotografar. Essa dificuldade será resolvida com um simples sistema que guardará qual olho o fotógrafo usa para travar o painel sensível ao toque.
Um texto muito bom, publicado na revista Continuum, do Itaú Cultural. Nele, André Seiti discute a realidade e demonstra como ela é trabalhada em diferentes temáticas da fotografia. Texto muito bom!
–
A fotografia como reprodução, representação e invenção da realidade
Em uma das principais cenas da ficção científica Blade Runner (Ridley Scott, 1982), a personagem Rachael mostra ao caçador de androides Deckard uma foto de sua infância. A imagem provaria a existência desse período de sua vida – não fosse um pequeno detalhe: Rachael nunca fora uma criança. Ela era um androide de última geração e toda sua memória havia sido artificialmente fabricada. A fotografia nada mais era do que uma ferramenta forjada para legitimar uma realidade que nunca existiu.
Ao longo de sua história e seguindo inúmeras vertentes, a fotografia serviu para validar – e também questionar – diversas realidades, sejam elas inventadas ou não. Exemplos não faltam. Para mostrar que, em alguns momentos do galope, o cavalo retira as quatro patas do chão, o fotógrafo inglês Eadweard Muybridge registrou, em 1878, o instante exato em que o animal ficava suspenso no ar. Foi também no século XIX, algumas décadas antes do experimento de Muybridge, que o francês Hippolyte Bayard, numa espécie de fotomanifesto, publicou um autorretrato no qual simulava a própria morte – a nota que acompanhava a foto, inclusive, tinha o teor de um bilhete suicida.Continue a ler »Um mundo por clique
A maioria das pessoas que olhar a foto abaixo verá apenas uma bela imagem. Entretanto ela é a prova de como uma fotografia pode ser inspiradora e, principalmente, tocante. Sempre digo por aqui que uma foto boa é aquela que se comunica com o observador, que mexe com os sentimentos/sentidos e/ou provoque reflexões. Essa captura, do fotojornalista Paulo Pinto, do grupo Estado, inspirou o músico e publicitário, Jarbas Agnelli, a compor uma bela melodia.
Alguns termos da fotografia já são muito bem conhecidos, mas os significados divertidos vocês precisam conhecer. Confira este pequeno dicionário e dê boas risadas!
Proporção ainda é bem menor do que a parcela da população com celular – 160 milhões, metade dos quais com câmera acoplada
por Khalid
O mercado de fotografia digital no Brasil avança firme. Segundo a GfK Retail and Technology Brasil, empresa que avalia o mercado local destes equipamentos, no ano passado foram comercializadas 2,6 milhões de câmeras digitais no País, 90% a mais do que em 2007. A consultoria projeta que, em números de hoje, as câmeras digitais já estariam disponíveis para 44% da população brasileira. E, apesar da crise econômica, que fez este mercado encolher 9% nos primeiros cinco meses deste ano, o gerente de negócios da GfK, Alex Ivanov, acredita na recuperação do setor.
Os dados foram apresentados durante a abertura da PhotoImageBrazil 2009, que ocorreu em São Paulo, entre os dias 11 e 13 de agosto. De acordo com Ivanov, apesar do grande número de celulares equipados com câmera digital – quase metade dos 160 milhões de celulares em operação no Brasil –, este equipamento não rouba o espaço das câmeras digitais, por diversos motivos.
O mais notável deles é a questão de preço. Enquanto um celular com câmera de 5 megapixels (MP) custa em média 1.500 reais, uma câmera digital com igual resolução sai por cerca de 500 reais, um terço do preço. Segundo a GfK, o preço médio das câmera digitais caiu 9,3% no período compreendido entre abril de 2008 e abril deste ano. Outro ponto importante é a resolução. Segundo a GfK, apenas 6% dos celulares em uso no País tem resolução de pelo menos 5MP; a grande maioria deles ainda oferece resolução VGA, bem inferior à das câmeras digitais dedicadas.